Salomão, Kaiuca & Abrahão

Supremo adere à campanha do Ministério da Saúde de prevenção às DST e Aids
Supremo Tribunal Federal
 
 
12/02/2015

O Supremo Tribunal Federal realiza, em parceria com o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a campanha "#PartiuTeste" de prevenção à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no carnaval 2015, com ações voltadas para o público interno e familiares, como palestras, cartazes e distribuição de preservativos.

Nesta quarta-feira (11), a coordenadora de Prevenção do Departamento de DST/AIDS do Ministério da Saúde, Ana Lucia Ferraz, participou de bate-papo informal, ao lado do secretário de Serviços Integrados de Saúde do STF, Marco Polo Dias Freitas, e dos diretores-gerais do Supremo, Amarildo Oliveira, e do CNJ, Rui Moreira.

Mudança de estratégia

Ana Lucia Ferraz explicou que a campanha de Carnaval, lançada pelo ministério, amplia a estratégia de prevenção à Aids que será adotada a partir deste ano. A realização de teste de detecção do HIV e o início precoce de tratamento passam a ser considerados também ações preventivas, uma vez que ao receber a medicação o paciente soropositivo apresenta cargas virais muito baixas ou indetectáveis, reduzindo o risco de transmissão. Para facilitar o acesso do público, os testes estão disponíveis em todos os postos de saúde e, ainda em 2015, devem chegar às farmácias brasileiras os testes com saliva, que apresentam resultados em cerca de meia hora.

A mudança de estratégia foi definida pelo ministério com base em dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), divulgada em janeiro deste ano, segundo a qual o número de pessoas que usam preservativo em todas as relações sexuais tem se mantido estável (em torno de 50%), embora 94% declarem saber que a camisinha é a melhor forma de prevenir DST e Aids. “Não adianta ficar focado só no uso do preservativo”, explicou Ana Lucia.

Marco Polo Dias Freitas chamou a atenção para um dado da pesquisa que mostra o crescimento da infecção pelo HIV entre jovens de 15 a 24 anos, lembrando que essa geração não conheceu o lado mais dramático da Aids, nas décadas de 1980 e 1990 e, portanto, está menos vigilante. Após a breve explanação, os dois médicos responderam a perguntas do público sobre formas de contágio, eficiência dos testes, estratégias para conscientização dos jovens e sintomas da Aids.

 

URL: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=285232

 
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